Barramento
Todos compartilham um caminho principal. No Ethernet coaxial antigo, uma interrupção ou terminação incorreta podia afetar o segmento inteiro.
Conheça as topologias, os cabos e os conectores que aproximam os equipamentos. Um guia visual com pinagem, polaridade e memórias das redes antigas.
Topologia física descreve a disposição de dispositivos e enlaces. A topologia lógica descreve como os dados circulam; as duas podem ser diferentes.
Todos compartilham um caminho principal. No Ethernet coaxial antigo, uma interrupção ou terminação incorreta podia afetar o segmento inteiro.
Cada dispositivo tem seu enlace até um ponto central, como um switch. Uma falha no cabo tende a afetar aquele enlace; o equipamento central é uma dependência.
Os nós formam um circuito. O modo de circulação e a tolerância a falhas dependem da tecnologia e da existência de proteção ou redundância.
Há múltiplos caminhos entre nós. Pode ser completa ou parcial; oferece alternativas de percurso com maior complexidade.
Uma árvore organiza níveis. Uma rede híbrida combina arranjos, como vários grupos em estrela ligados por uma estrutura principal.
No 10BASE2, o cabo coaxial de 50 Ω interligava as estações em um barramento. O conector BNC com trava de baioneta e o adaptador em T faziam parte desse cenário.
TERMINADOR · ESTAÇÃO 1 · ESTAÇÃO 2 · TERMINADOR
Os dois extremos físicos do segmento precisam de terminadores de 50 Ω para reduzir reflexões. O T é conectado à interface da estação. A terminação incorreta ou a abertura do barramento podia derrubar a comunicação do segmento.
O plugue modular de oito posições e oito contatos, conhecido popularmente como RJ45, é usado em muitos enlaces Ethernet de par trançado. Cat5e, Cat6 e Cat6A descrevem categorias de desempenho do cabeamento.
| Categoria | Referência de aplicação | O que observar |
|---|---|---|
| Cat3 | Legado | Telefonia e redes 10BASE-T antigas. |
| Cat5 | Legado | Encontrado em instalações antigas; Cat5e é uma evolução diferente, não apenas outro nome. |
| Cat5e | 1 Gb/s · até 100 m | Referência comum para 1000BASE-T em canal conforme. |
| Cat6 | 1 Gb/s · até 100 m | 10GBASE-T pode alcançar até 55 m, dependendo do canal e da interferência entre cabos. |
| Cat6A | 10 Gb/s · até 100 m | Projetado para canais 10GBASE-T de 100 m. |
| Cat7 / Cat7A | Classes ISO/IEC | Não reconhecidos como categorias pela TIA. A conexão do sistema deve atender à classe especificada; o rótulo do cabo sozinho não basta. |
| Cat8 | 25/40 Gb/s · até 30 m | Voltado a enlaces curtos, especialmente em data centers. Exige canal e equipamentos compatíveis. |
Exemplos selecionados, não uma lista de todas as aplicações Ethernet. Os limites são do canal completo e dependem do padrão, dos componentes e da instalação. Nos canais usuais de 100 m, a referência é 90 m de enlace permanente mais até 10 m de cordões nas condições especificadas.
U/UTP: sem blindagem geral nem por par. F/UTP: folha geral, pares sem blindagem individual. U/FTP: folha em cada par. S/FTP: malha geral e folha nos pares. Blindagem e categoria são características diferentes.
Plugue, tomada ou keystone, patch panel e patch cord cumprem funções diferentes. Use componentes compatíveis com a categoria, a bitola, a blindagem e o tipo de condutor do cabo.
RJ11 é associado à telefonia; BNC, ao coaxial; LC e SC, à fibra. Um adaptador mecânico, sozinho, não converte o sinal entre tecnologias.
As faixas representam os condutores brancos com a cor do respectivo par. Azul e marrom ocupam as mesmas posições nos dois esquemas; os pares verde e laranja trocam de posição. A ou B não muda a categoria nem torna o cabo mais rápido.
Mesmo esquema nas duas pontas. Cada contato mantém seu número: 1→1, 2→2, até 8→8. Documente e mantenha o padrão da instalação.
Para 10BASE-T/100BASE-TX, cruza 1↔3 e 2↔6. Não é o diagrama completo de um crossover de quatro pares para 1000BASE-T.
Em equipamentos compatíveis, a interface ajusta o cruzamento automaticamente. Isso reduz a necessidade do cabo cruzado, mas não corrige fio rompido, par dividido ou montagem defeituosa.
1000BASE-T usa os quatro pares. Um teste simples de continuidade não garante o desempenho do enlace nem identifica todos os problemas de pares divididos.
Tomadas e patch panels: siga a identificação A/B do fabricante. A disposição física dos terminais de inserção pode ser diferente da ordem dos contatos no plugue.
Família usada em muitos enlaces de maior alcance. A distância depende do transceptor, da fibra e do orçamento óptico.
Famílias com características diferentes. Tipo de fibra, comprimento e interface óptica precisam ser compatíveis.
Mesmo encaixe não garante funcionamento. Confira transceptores, comprimento de onda, tipo de fibra e perdas do enlace.
Em um enlace duplex de duas fibras, TX de uma ponta precisa chegar a RX da outra. A polaridade é conferida no caminho completo, incluindo painéis e cordões. Sistemas BiDi podem transmitir e receber em uma única fibra com comprimentos de onda diferentes; não seguem o desenho duplex acima.
Formato compacto com trava; comum em módulos ópticos.
Corpo retangular com encaixe de empurrar e puxar.
Corpo com acoplamento de baioneta, presente em instalações antigas.
Acoplamento rosqueado, encontrado em aplicações específicas.
Múltiplas fibras em um conector. MTP é uma marca de implementação MPO; polaridade, chave e configuração exigem atenção.
Inspecione e limpe as faces com materiais apropriados. Não olhe diretamente para uma fibra ou porta óptica: pode haver luz invisível ativa. Respeite a curvatura indicada pelo fabricante.
Guia introdutório do EGomes Tech, consultado em 31/10/2026. Abrange famílias comuns e tecnologias históricas; os desenhos são esquemáticos. Para instalar, consulte o projeto, as normas aplicáveis e a documentação dos componentes.
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