Internet
É a interligação de redes que transporta dados. E-mail, sites, chamadas e muitos aplicativos usam essa infraestrutura.
A internet não nasceu com os sites. Ela cresceu de pesquisas, colaboração e muitas redes conectadas. Conheça essa trajetória e descubra como ela chegou ao Brasil.
Computadores eram caros e estavam distribuídos entre instituições. Uma motivação central das primeiras redes era permitir o acesso a recursos e programas disponíveis em outros lugares. Conectar máquinas também abriu espaço para novas formas de colaboração.
O financiamento militar faz parte dessa história, assim como o trabalho de universidades, laboratórios e empresas. Reduzir a origem da internet a uma única finalidade apaga boa parte desse processo coletivo.
Consultar a história na Internet Society ↗A comutação de pacotes permite dividir dados em pequenas partes para transmissão. Pesquisadores exploram formas de fazer computadores e redes diferentes se comunicarem.
Explorar a referência ↗Financiada pela agência de pesquisa do Departamento de Defesa dos EUA, a ARPANET começa com quatro nós em instituições de pesquisa. É uma precursora da internet, ainda distante da rede aberta ao público.
Explorar a referência ↗O e-mail ganha espaço na ARPANET. A comunicação entre pesquisadores se soma ao uso compartilhado dos computadores. Vint Cerf, Bob Kahn e outros participantes desenvolvem caminhos para interligar redes.
Explorar a referência ↗A adoção de TCP/IP pela ARPANET, em janeiro, é um marco da interconexão. A internet cresce como uma rede de redes, sem exigir que todas usem a mesma tecnologia interna.
Explorar a referência ↗A rede financiada pela National Science Foundation conecta pesquisadores a centros de supercomputação e ajuda a expandir a infraestrutura que antecede a internet comercial.
Explorar a referência ↗Tim Berners-Lee propõe a Web no CERN em 1989. Páginas e hiperlinks tornam a informação navegável. Em 30 de abril de 1993, o CERN coloca o software da Web em domínio público.
Explorar a referência ↗A expansão comercial e os navegadores aproximam a rede de empresas e residências. O acesso deixa de ser uma experiência restrita principalmente a instituições e especialistas.
Explorar a referência ↗É a interligação de redes que transporta dados. E-mail, sites, chamadas e muitos aplicativos usam essa infraestrutura.
É um dos serviços que funcionam pela internet. Você a explora com um navegador, seguindo links entre páginas e recursos.
Conecta dispositivos a uma rede sem fio. Estar conectado ao Wi-Fi não garante que essa rede tenha acesso à internet.
A RNP surge como projeto do CNPq para desenvolver a infraestrutura acadêmica nacional. No mesmo ano, o domínio .br é delegado à equipe de redes da Fapesp.
O NIC.br registra acesso permanente à internet em 1991. Em 1992, a RNP implanta sua primeira rede nacional, alcançando dez estados e o Distrito Federal.
A internet comercial começa a se abrir no país. Também nasce o CGI.br, para coordenar e integrar iniciativas relacionadas à rede brasileira.
Essas datas registram etapas diferentes: redes acadêmicas, conexão internacional, infraestrutura nacional e acesso comercial. Por isso, a chegada da internet ao Brasil não cabe em um único acontecimento.
Na conexão discada, o modem usava a linha telefônica para estabelecer a comunicação com o provedor. Em muitas casas, navegar significava ocupar a linha e esperar os arquivos chegarem aos poucos.
A banda larga, por tecnologias como DSL e cabo, mudou essa experiência. Depois, a expansão da fibra e das redes móveis ampliou as formas de entrar na internet. Essas tecnologias convivem: a evolução não acontece no mesmo ritmo em todos os lugares.
Conte como foi seu primeiro acesso ↗Fibra, cabo, redes móveis e satélites atendem cenários diferentes. Velocidade, estabilidade e disponibilidade dependem da conexão e da região.
Vídeos, reuniões, jogos, trabalho na nuvem e ferramentas de IA usam servidores e redes. A nuvem também depende de equipamentos físicos.
Acesso, preço, qualidade e habilidades digitais continuam desiguais. Estar conectado é só uma parte de conseguir aproveitar a rede.
Segundo estimativas da UIT, eram cerca de 6 bilhões de pessoas conectadas, enquanto 2,2 bilhões permaneciam offline. São dados de 2025, não uma contagem em tempo real.
Consultar os indicadores da UIT ↗Seu dispositivo se conecta à rede local ou móvel, passa pelo provedor e alcança outras redes até chegar ao servidor. Roteadores, cabos, fibras, enlaces de rádio e centros de dados sustentam essa viagem.
Conhecer o caminho dos dados ↗Não houve um único inventor. Ela resulta de décadas de pesquisa, padronização e colaboração. A história inclui pessoas como Vint Cerf e Bob Kahn, além de muitas equipes e instituições.
Ele inventou a Web no CERN, quando a internet já existia. Sua proposta criou outra maneira de organizar e acessar informações por meio de páginas e links.
Sim. Computadores podem compartilhar recursos dentro de uma rede local mesmo sem conexão externa. Conheça também o Project N.O.M.A.D., que prepara conteúdos para consulta offline.
Explorar o N.O.M.A.D. ↗Texto introdutório do EGomes Tech. Referências consultadas em 31/10/2026. Datas representam marcos selecionados; estatísticas indicam seu ano de referência.
Um modem discado, uma lan house, o computador do trabalho ou o primeiro celular? Sua lembrança também faz parte dessa história.