Phishing
Uma tentativa de enganar você para obter dados, dinheiro ou acesso. Não é um tipo de vírus.
Exemplo: Um SMS de entrega leva a uma página que imita a transportadora e pede seus dados.
Conhecer os nomes ajuda a reconhecer o risco e escolher o próximo passo. Veja exemplos de vírus e outras ameaças sem complicação.
Uma tentativa de enganar você para obter dados, dinheiro ou acesso. Não é um tipo de vírus.
Exemplo: Um SMS de entrega leva a uma página que imita a transportadora e pede seus dados.
Nome geral para software malicioso. Vírus, trojans, ransomware e spyware são exemplos.
Exemplo: Um falso instalador executa código que rouba informações.
Código que se liga a um arquivo ou programa e pode se espalhar quando ele é executado. Nem todo malware é vírus.
Exemplo: Um programa contaminado é executado e infecta outros arquivos.
Código que pode se propagar automaticamente entre dispositivos, explorando redes e falhas.
Exemplo: Uma máquina desatualizada é comprometida e o código tenta alcançar outras na rede.
Programa que parece útil ou legítimo, mas realiza ações maliciosas escondidas.
Exemplo: Um suposto leitor de PDF instala também uma ferramenta de acesso remoto.
Malware usado para extorsão, frequentemente bloqueando ou criptografando arquivos. Pode haver também roubo de dados.
Exemplo: Após executar um anexo malicioso, os documentos ficam inacessíveis e surge uma cobrança.
Spyware monitora informações sem autorização; um keylogger registra teclas. O uso malicioso pode capturar dados e credenciais.
Exemplo: Uma extensão suspeita obtém permissões amplas e acompanha sua navegação.
Software que exibe publicidade. Pode ser legítimo ou indesejado; comportamentos invasivos e instalação sem consentimento são sinais de problema.
Exemplo: Um pacote de instalação acrescenta anúncios e altera o navegador sem uma escolha clara.
Alteração indesejada da página inicial, busca ou navegação, frequentemente por extensão ou aplicativo.
Exemplo: As pesquisas passam a ser redirecionadas após instalar uma extensão desconhecida.
Informar uma senha em uma página falsa pode causar roubo da conta sem instalar malware no aparelho.
Podem ser, mas também têm outras causas. Uma notificação de site autorizada pode exibir propaganda sem haver vírus. Confira permissões de notificações, extensões e aplicativos instalados. Não conclua uma infecção apenas pela lentidão.
Janelas que dizem “seu aparelho está infectado” e exigem pagamento ou uma ligação podem ser golpes. Não use o telefone nem o download oferecido no alerta.
Um arquivo legítimo é identificado incorretamente como ameaça. Exemplo: um aplicativo original é bloqueado por engano. É preciso verificar antes de concluir que houve erro.
Um arquivo malicioso passa pela análise sem ser detectado. Exemplo: um malware recente ainda não é reconhecido. Ausência de alertas não é garantia de segurança.
Um arquivo pode ter sido bloqueado antes de executar. Confira a ação e o status no histórico: detectado, bloqueado, em quarentena ou removido são situações diferentes. Um aplicativo potencialmente indesejado também pode ser bloqueado por comportamento invasivo, sem ser um vírus.
Uma única detecção não prova um falso positivo. Várias análises sem alertas também não provam que o arquivo é seguro. Os resultados precisam de contexto.
Pare operações sensíveis. Se houver indícios de malware ativo, desconecte o aparelho da rede e procure suporte. No trabalho, avise a equipe de TI. Use um dispositivo confiável para revisar contas e trocar credenciais expostas.
Faça uma verificação com a proteção do sistema; um resultado sem detecções não garante que esteja tudo resolvido. Em caso de ransomware, preserve evidências e procure orientação antes de apagar ou restaurar arquivos. Pagar não garante recuperação.
Consultadas em 31/10/2026.